quarta-feira, 21 de julho de 2010

viagens

As mãos perdidas no vento
alto são os caminhos
perigoso os olhares incertos
na impetuosidade das paixões.

A vida é leve
com partes de sinfonias inabaláveis.
Grita aos homens surdos:
olhe os caminhos sinuosos do coração.

Enquanto o tempo para
e frente a pirâmide
apenas um suspiro não adianta.

Denso é o abismo
desatinos sem crenças nas veias
passos inacreditáveis
como a busca do amor na madrugada gelada.

O frio assusta o vendaval do peito
a solidão se derrete nas imagens das montanhas.
uma louca passa rindo pelada
como o diabo gosta.

Tudo se perde
nos dias incompreensíveis
e começo a voar feito ondas de tormentas.

Um comentário:

Crareia disse...

São Thomé parece nos deixar meio perplexos, em meio ao caos da loucura e o fascínio da natureza, adorei o poema espontaneo!!!!!!abraço e deixa clarear!!!!